É incrível o dom que você tem de me emocionar e como dia após dia você se supera. E é incrível também como as palavras sempre nos transmitiram tanta coisa, tanta energia. Ah, minha querida, há tanto tempo espero notícias suas.
É minha querida, o fogo está aí, para todos nós. Infelizmente não há como nos prepararmos para ele, nem sei se deveríamos nos preparar, mas ora ou outra ele vem, e pior, ora ou outra ele volta. Obrigado por me dizer que o fogo vem, mas milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre. Isso nos diz tanta coisa, não é?
Desculpe-me o duplo plágio, mas você é a princesa de um romance clássico-atual, me perdoem os literários. Enche-me de orgulho, um reles cavaleiro sonhador e que mal sabe escrever, ser retratado num romance da mocinha. Romance não, filosofias de mesa de bar, como ela mesma gosta de chamar e que NÓS tanto gostamos.
Ah minha princesa, como eu queria agora aquele chopp. Uma coca-cola ou um sorvete servem. Aliás, queria mesmo aquelas mãos dadas. Na verdade estamos de mãos dadas, não estamos? Há tanto tempo ando de mãos dadas contigo que quando não consigo senti-las me sinto vazio. Não some não minha querida, tuas mãos, tuas palavras, tudo em ti me faz falta. Desculpe-me pela melosidade, deve ser a saudade.
Queria eu ter parte da tua nobreza e conseguir escrever como tu, e te responder a altura. Talvez um dia possa te mandar uma carta formal, como um general ou talvez até como um rei, mas até lá, sou um reles cavaleiro e tu a encantadora princesa, digna de ser amada. Obrigado por tudo!
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